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Archive for the ‘Alternativa e faça você mesmo’ Category

Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

18 dez
Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

Em 1990 o Dr. Robert C. Beck, físico de investigação, conselheiro da Sandia Corp. e do Pessoal Científico de Alta Categoría no Instituto de Investigação Eyring, e conselheiro para a Marinha dos Estados Unidos propôs que ao expor micróbios do sangue a mais de 50 microamperes de corrente elétrica sem precisar extrai-la, tratá-la e reinjectá-la (algo evidentemente caro) os vírus e outros micróbios poderiam ser completamente eliminados pelo próprio corpo. Até aqui a explicação sem data científica, mas o detalhe do projeto pode ser encontrado no site do próprio Dr. Robert C. Beck (http://www.bobbeck.com/), uma forma alternativa como a ciência tradicional costuma nomear para buscar a cura. Recentemente nos Estados Unidos tivemos a oportunidade de ter acesso ao aparelho engenhosamente desenvolvido pelo Dr. Beck conhecido como Eletrificador de Sangue, um aparelho que NÃO está à venta dentro dos Estados Unidos já que o FDA jamais o permitiria, mesmo assim devido a política de enfoque e tratamento do Dr. Beck esta curiosa máquina não é comercializada, mas o projeto e os custos aproximados se encontram On Line para que todas as pessoas possam acessar a este Eletrificador de Sangue com um encargo simples a um técnico eletrônico médio que possa interpretar o simples diagrama. Sobre o Eletrificador de Sangue se diz muitas coisas, que podería curar a AIDS, o Câncer e muitos outros vírus ou micróbios e como era de se esperar, a crítica é muito forte, principalmente pela comunidade médica-científica tradicional, caso isto seja verdade. Compreende você porque esta máquina desenvolvida em 1990 Não foi divulgada?. Quem se beneficia com esta tecnología? Quem seria prejudicado? agora….nós buscamos enfocar este tema sobre algo muito específico: Supressão da Informação, quantas coisas que poderíam nos facilitar, aliviar ou simplificar a vida e o equilibrio com nosso planeta. Nota-se claramente o porquê não se compartilha este tipo de informação, para não afetar certos interesses, como este exemplo do Eletrificador de Sangue do Dr. Beck.

fonte: http://nostromo-a-tierra.blogspot.com/2010/12/electrificador-de-sangre-del-doctor.html

Eletromedicina – Uma Nova Esperança

DESCOBRIU-SE QUE QUANTIDADES MUITO PEQUENAS DE ELETRICIDADE (APENAS CEM MICRO-AMPÈRES) ESTÃO ALÉM DO NÍVEL DE TOLERÂNCIA DE FORMAS DE VIDAS PATOGÊNICAS. E PROVARAM PODER MATAR OU DESVITALIZAR HIV, HERPES E CAUSADORES DE TUBERCULOSE, HEPATITE, GRIPES, RESFRIADOS, BEM COMO OUTROS VÍRUS, FUNGOS, PARASITAS E BACTÉRIAS DO SANGUE E OUTROS FLUIDOS DO CORPO HUMANO.

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MÉDICOS DO ALBERT EINSTEIN COLLEGE OF MEDICINE DE NOVA IORQUE PROVARAM QUE DIMINUTAS CORRENTES ELÉTRICAS TORNAM SEM EFICÁCIA QUALQUER BACTÉRIA, FUNGO, VÍRUS OU PARASITA, SEM CAUSAR DANOS AO SANGUE OU FLUIDOS DO CORPO. ESSES MÉDICOS INFORMAM QUE A QUANTIDADE DE ELETRICIDADE USADA NÃO PASSA DE DOIS MILÉSIMOS DE UM AMPÈRE (QUE SE REDUZEM A UNS CEM MICROAMPÈRES ATÉ ATINGIR A CORRENTE SNGÜÍNEA).

NO ENTANTO, PESQUISADORES E CIENTISTAS INDEPENDENTES JÁ CONSEGUIRAM PROVAR QUE TÉCNICAS ELETROMÉDICAS “IN VIVO” NÃO SÃO APENAS SEGURAS PARA SERES HUMANOS, COMO TAMBÉM FUNCIONAM BASTANTE BEM EM INFECÇÕES SISTÊMICAS, SEM IMPLANTES CIRÚRGICOS INVASIVOS OU ELEVADOS CUSTOS HOSPITALARES.

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Recentemente, diversos documentos de patentes norte-americanas e internacionais têm relatado que quantidades muito pequenas de eletricidade são intoleráveis para a vida microbiana. Essas forças elétricas comprovaram poder matar ou desvitalizar bactérias, vírus, fungos e parasitas no sangue e em fluidos do corpo, sem efeitos adversos a células saudáveis normais e/ou à função biológica do sangue ou dos líquidos do corpo humano.

A patente norte-americana nº 05188738, concedida em 1993 e pertencente aos médicos do Albert Einstein Medical Center anteriormente mencionados, descreve um aparelho de uso “in vitro” (fora do corpo) para remover sangue de um braço, eletrificá-lo e retorná-lo em estado não patogênico ao outro braço, num processo semelhante à hemodiálise. Essa patente também descreve a proposta de uma técnica “in vivo” (no corpo), pela qual um dispositivo funcionando à pilha e similar a um marcapasso cardíaco é implantado cirurgicamente.

O Dr. Steven Kaali, um dos detentores da patente adianta que o seu aparelho passará ainda muitos anos em teste até que possa ser utilizado “in vivo”, embora nenhum efeito colateral prejudicial ou mutações patogênicas tenham sido constatadas. Enquanto isso, portadores de doenças graves e que já esgotaram os recursos de terapias farmacêuticas, lutam por suas vidas, sem saber da existência de terapias eletromédicas que poderiam muito bem ajudá-los. (inserção minha:Muitas vezes, leva anos para se obter uma patente, mas esa foi concedida em apenas nove meses. Em 1999, uma mulher com Aids, contatou o Dr. William Lyman pelo telefone e perguntou-lhe sobre suas experiências com Kaali sobre a electrificação de sangue e se ela poderia obter o tratamento através deles. Lyman negou qualquer conhecimento de qualquer tratamento da AIDS ou a cura. Ele disse que nunca ouviu falar de Dr. Kaali e ele não tinha idéia do que ela estava falando sobre a electrificação de sangue e, em seguida desligou o telefone. O que dizer sobre o poder das pessoas por trás da supressão dessa descoberta?)

Cientistas, médicos e pesquisadores individuais, trabalhando de forma independente, relatam que suas técnicas “in vivo” são absolutamente seguras e altamente eficazes. No entanto, a agência Food and Drug Administration (FDA) dos EUA vem emitindo advertências a esses pesquisadores de que eles podem ser processados judicialmente por apregoarem benefícios decorrentes dessa tecnologia.

A FDA e a Associação Médica Americana (AMA) têm abafado e reprimido a divulgação das informações coletadas durante os últimos anos por um grande número de cientistas, pesquisadores e clínicos sobre a eficácia e a segurança das técnicas “in vivo”, apesar dos surpreendentes resultados alcançados em seres humanos. Enquanto os testes das técnicas “in vivo” nunca foram aprovados, as ameaças de prisão e de suspensão da habilitação pairam constantemente sobre esses profissionais.

Segundo o cientista Bob Beck, doutorado em ciências e responsável pelo projeto de duas técnicas simples de eletrificação “in vivo” do sangue, muitos pacientes portadores de HIV/Aids que utilizaram seus métodos alcançaram contagem viral não detectável (comprovado pelo teste PCR), com uma terapia de duas horas por dia e duração de 4 a 8 semanas. Apesar disso, ele se diz constantemente ameaçado pelas autoridades..

O Dr. Beck é talvez o maior crítico de uma suposta conspiração farmacêutica para desacreditar e abafar o movimento eletromédico. Registros indicam que, em 1930, o Relatório Flexnor classificou como charlatanismo o uso de eletricidade na medicina, enquanto convenientemente introduzia a nova era do antibiótico, a “droga maravilhosa”. Naquela ocasião, somente nos Estados Unidos cerca de 10.000 profissionais da área médica já acreditavam na eletromedicina e a praticavam. Eles foram forçados a suspender essas atividades, sob pena de perderem a habilitação profissional.

No artigo “Um Remédio Chocante”, publicado em 1993 no jornal Post-Intelligencer (Seattle, EUA) a Dra. Leanna Standish, atualmente a mais importante pesquisadora nessa área, declarou “Vivemos um momento muito empolgante na história da medicina – estamos começando a perceber o organismo humano como um sistema biolétrico, e não apenas como uma estrutura anatômica. Acho que muitos anos ainda passarão até que possamos entender completamente as suas ramificações.” Standish é doutora em neurociências.

Desde 1993 os modernos profissionais estão convencidos de que a eletricidade pode representar uma força vital na cura de doenças. Eles se deram conta de que aplicações tidas como muito futuristas, como a reversão de danos causados à medula, bem como a cura do câncer e da Aids, poderiam ser alcançadas através de uma nova compreensão do conjunto de circuitos elétricos do corpo humano. Não estamos falando de aplicações “atualizadas” de registros do século I antes de Cristo, onde se descrevem técnicas utilizando enguias-elétricas para aliviar a dor e curar doenças…

Em 1997, a Conferência da Sociedade Austríaca de Oncologia sobre “Física Quântica na Medicina – O Paradigma do Próximo Milênio”, da qual participaram oncologistas alemães e austríacos, concentrou-se na integração entre descobertas biolétricas e terapias convencionais no tratamento do câncer. A conferência teve início com uma ampla introdução à física da eletromedicina e seus benefícios. O encontro representou um gigantesco passo em direção à integração entre a eletromedicina e a medicina convencional.

Aquilo que apenas se avizinhava por ocasião da publicação do artigo no Post-Intelligencer de Seattle (1993), pode já ter chegado e estar aqui, agora. Na Internet, um site biolétrico diz “Somente o tempo dirá se uma terapia eletromédica combinada diária e de longo prazo (90 a 120 dias) poderá eliminar completamente infecções por HIV (na verdade curando totalmente os pacientes), ou se tratamentos intermitentes serão necessários para manter as infecções em níveis não detectáveis no cérebro, no sangue, nos fluidos do corpo, nas medulas dos ossos e nos tecidos.” A atitude entre todos os pesquisadores da eletromedicina é absolutamente positiva – eles sustentam que, autorizadas ou não, essas técnicas têm apresentado um índice notavelmente baixo de insucessos .

Afirmam os praticantes da eletroterapia que, mesmo nas piores situações de HIV – com contagem viral superior a 1 milhão por mililitro e a presença de severa deterioração física – essas terapias sinérgicas produzem uma abrupta e quase imediata queda na carga viral, com uma correspondente repercussão na função do sistema imunológico.

Outro proponente apresentou a hipótese de que, caso o HIV permaneça escondido em áreas não alcançadas pelo eletromagnetismo (neste caso pulsações eletromagnéticas de alta potência), sendo HIV ou hepatite positivo, a longo prazo o problema pode transformar-se mais num incômodo do que uma doença com risco de vida. Afirma-se ainda que com autotratamentos periódicos os vírus deverão permanecer não detectáveis. Teoricamente, dizem, os níveis virais ficam tão baixos com as eletroterapias combinadas que os pacientes podem muito bem serem declarados não contagiantes, embora ainda tecnicamente sejam HIV ou hepatite positivos.

Tem sido amplamente divulgado pelos profissionais que certas terapias eletromédicas reduzem rápida e grandemente a severidade e a freqüência dos surtos de herpes, com alguns pacientes crônicos atingindo remissão total.

Um entendimento comum a todos os praticantes de eletromedicina é de que os tratamentos são totalmente seguros e parecem estimular o sistema imunológico, intensificando assim a imunorresposta a todos os invasores. Então os tratamentos elétricos eliminam as doenças diretamente, revivendo o sistema imunológico, ou é a resposta ao estímulo do sistema imunológico que elimina os invasores? Eles dizem que parece tratar-se de uma combinação das duas coisas, embora aparentemente ninguém saiba realmente com certeza, até agora.

Se ficar mesmo comprovado que as terapias eletromédicas são superiores às terapias farmacêuticas convencionais nas infecções microbianas, estaremos certamente nos dirigindo ao que se poderia chamar de uma “revolução médica”, algo que, compreensivelmente, não seria bem recebido pela indústria farmacêutica.

Há dois livros sobre o assunto – “The Cancer Cure That Worked: Fifty Years of Supression” (A Cura do Câncer Que Funcionou: Cinqüenta Anos de Repressão), por Barry Lynes, e “The Body Electric” (O Corpo Elétrico), do Dr. Robert Becker, ambos bem escritos e bem pesquisados. O livro de Lynes concentra-se na vida de Raymond Rife e sua “cura” do câncer via freqüência elétrica. A terapia foi testada exaustivamente e com sucesso pela University of Southern California, na década de 1930. O segundo livro, escrito pelo Dr. Becker (um médico norte-americano), trata das últimas descobertas e do uso da eletricidade na medicina. Algumas das aplicações (como regeneração de nervos, ossos e membros), embora pareçam meio futuristas, têm sido realmente efetuadas.

A documentação sobre as patentes e livros aqui mencionados, bem como outras descobertas médicas que se dizem essenciais para melhorar a saúde (algumas delas substanciadas pela Smithsonian Institution, University of Southern California, University of California, Los Angeles Medical Center) podem ser encontradas na Internet.

 

Cura para gripe prata coloidal novamente

01 dez

venho através deste post para alerta-los e também dar testemunho sobre a prata coloidal.

Primeiramente gostariam que assistissem o vídeo do Dr. Robert Beck que em 96 falava sobre ela:

E depois disso vejam a entrevista com Jane que fala passo-a-passo todos os movimentos da gripe suína que os governos farão e sobre a lei da OMS(Organização Mundial de Saúde) que diz que em caso de pandemia nivel 6 a OMS tem direito total e irrestrito sobre todas as forças militares do país. Simples assim. Lembrem-se que a ultima chegou no nível 5 fácil-fácil.

Neste vídeo ela fala sobre a PRATA COLOIDAL de forma simples e habitual como se todos conhecessem. Onde lhe perguntam como se proteger da gripe h1n1 ela responde: “Utilizando prata coloidal”.

Desde então eu comecei a pesquisar sobre a mesma, e não achava nenhum endosso médico Brasileiro sobre isso. Até que achei o site da ABMC – Associação Brasileira de Medicina Complementar que tem um artigo sobre a mesma.

Então como não tinha dinheiro pra comprar uma maquina de fazer prata coloidal que é vendida por aproximadamente R$ 300,00 comprei apenas os diodos R$ 84,00 e estou fazendo conforme o video mostra, com uma bateria de 9v(Uso moderado, pois a verdadeira prata coloidal deve ser feita com água destilada) e desde então deixei de gastar R$ 100,00 mensais com minha família com remédios!

Vejam como existe um cartel da indústria farmacêutica:
Voce pega gripe
Compra remédios para tirar os sintomas(corisa, dores etc)
depois vem o catarro, remédio pro catarro…
ai vem a tosse, por causa do remédio pra catarro… remédio pra tosse
Enfim você esta curado, com o sistema totalmente fraco(Pronto para novas doenças)

Viram como é simples se livrar de uma gripe ? imaginem a gripe suína que foi FEITA em laboratório adivinhem aonde ? ESTADOS UNIDOS… e onde é o QUINTAL deles ?? MÉXICO. Não é preciso ser especialista para ver que o vírus foi testado nos coitados e depois em algumas partes do mundo.

Continuando:

A prata coloidal é um remédio para mais de 350 tipos de doenças que não deixa bactérias, nem vírus etc, resistentes, ela ELIMINA todos. Ai que esta o problema… Acompanhem o meu raciocínio:

Você é farmacêutico e vivo no capitalismo.
No capitalismo você tem que produzir e vender. Depois vender cada vez mais.
Você “gostaria” que aparecesse um remédio para mais de 350 doenças ?
Obviamente não, pois ia reduzir suas prateleiras consideravelmente, e o pior não iam sobrar bactérias, virús resistentes…
Adeus aumento de vendas.
O que você faria ?

A resposta fica pessoal.. mas creio que é muito óbvia.

Continuando novamente:

Tenho um filho de 2 anos, esposa, familiares e amigos, TODOS, eu disse TODOS já tomaram desde uma criança até idosos de 75 anos, e adivinhem ?? todos pensam que é um milagre. Você esta gripado de manhã e a tarde não tem mais nada.

Recomendo a todos, em 5 minutos você produz a mesma. Não possui efeitos colaterais. Uso já a mais de um ano. E junto de meu testemunho existem centenas na internet, maioria em inglês.

Então pessoal ACORDEM: Libertem-se; Desliguem a televisão.

 

O SUPLEMENTO MINERAL MILAGROSO DO SÉC. 21

25 nov

Nada de Milagre, Apenas Química Maravilhosa

O MMS Desmistificado

Durante o último par de semanas, tenho estado aprendendo e experimentando sobre algo maravilhoso; que tem implicações para todos nós. É um procedimento que envolve a precipitação de um solvente químico, dióxido de cloro, em quantidades bastante reduzidas para ser ingerido com segurança, mas grandes o suficiente para matar organismos patogênicos que habitam em nosso corpo roubando sua energia, envenenado-o com detritos e tornando-o mais vulnerável a doenças. Se esta não for a sua realidade, será pelo menos a situação de alguém que você conhece e ama.

O produto chama-se MMS, que significa “miracle mineral supplement” (suplemento mineral milagroso). Uma suspeita se levanta quando o termo “milagroso” é usado para descrever algo que nos espanta, ou quando não entendemos como isso funciona ou atua. Neste caso, é verdadeiramente espantoso. No entanto, é possível obter uma explicação porque o MMS e’ tão eficiente como destruidor de seres patogênicos; o dióxido de cloro faz isso. Mas quando você entender a química, verá que não é um milagre… apenas se parece com um.

As Origens de Humble

O protocolo do MMS foi desenvolvido por Jim Humble, um pesquisador de ouro e metalúrgico, durante uma expedição em busca de ouro nas selvas da América do Sul. Surgiu como a reação à necessidade de ajudar um membro de sua expedição que caiu doente com malária, a mais de dois dias de distância da mina mais próxima, no meio da densa floresta. Com muitos anos de experiência, Humble sempre levava consigo oxigênio estabilizado nessas expedições, para tornar a água potável. Face à possibilidade de rapidamente perder uma vida, ele deu-o ao homem doente. Para espanto de todos, ele ficou bom em poucas horas. Isso certamente pareceu um milagre, mas Humble quis compreender melhor o que tinha acontecido.

Durante o período de vários anos, Jim Humble descobriu o que tornava o oxigênio estabilizado tão eficiente em alguns casos de malaria; não era o oxigênio, mas sim o vestígio de dióxido de cloro. Mais pesquisas, o levaram a descobrir centenas, senão milhares, mais de unidades de dióxido de cloro do que as que são encontradas no oxigênio estabilizado. Isto é, usando uma concentração maior de clorito de sódio (28% vs. 3% para o oxigênio estabilizado), junto a um ativador. A prova da eficácia deste protocolo simples comprovou-se ao ajudar com sucesso mais de 75.000 pessoas, em várias nações Africanas – incluindo o Uganda e o Malawi – a livrarem-se de doenças como principalmente malária, mas também hepatite, câncer e AIDS.

Jim Humble registrou suas experiências em dois livros digitais que estão disponíveis para baixá-los na página http://www.miraclemineral.org. O livro intitula-se The Miracle Mineral Supplement of the 21st Century (O suplemento mineral milagroso do séc. 21). A primeira parte, cujo “download” é grátis, conta como começou. A segunda parte, que custa US$9.95, continua com a história, expõe a química envolvida, assim como dá as instruções exatas de como preparar a solução pessoalmente. (Existe uma edição do livro em papel). Isto é importante, porque uma vez que entenda a química envolvida, com a absoluta ausência de efeitos colaterais, para além das náuseas e vômitos quando as toxinas e os organismos patogênicos estão sendo expelidos, torna-se uma opção que, quem quer que sofra de uma sobrecarga de toxinas, deve experimentar por conta própria.

Qualquer pessoa pode estar sobrecarregada com toxinas. Alguns estão assim mas não o admitem. Outros preferem apenas pensar que não estão assim. Se sua saúde não é perfeita… você está geralmente em carência de energia, se tem problemas em reduzir o peso, a pressão sanguínea está sempre alterada, ou se lida com constante inflamação ou dor, então existe a possibilidade de haver a intervenção de uma toxina, metal pesado, vírus, bactéria ou parasita. A medicina tradicional tipicamente responderá, sobrecarregando você com poluentes adicionais, muitos dos quais matam indiscriminadamente tecido saudável enquanto vão em busca dos “vilões”. Tal não acontece com o dióxido de cloro. Ele apenas age sobre as presenças prejudiciais. Milagre ou não, os efeitos são maravilhosos. Eu votaria pelo Suplemento Mineral Maravilhoso, de caras!

Nas próximas paginas, vou descrever o protocolo do MMS. Quando é aplicado, ele produz e distribui dióxido de cloro pelas células vermelhas do sangue, o que o torna no mais potente matador de organismos patogênicos conhecido na natureza.

Mas primeiro, um pouco da base química.

O dióxido de cloro e o cloro, não são a mesma coisa. O cloro é um elemento químico.Em forma de íon, o cloro faz parte do sal comum e de outros compostos necessários à maioria das formas de vida, incluindo a humana. Sendo um poderoso agente oxidante, ele é o íon mais abundante dissolvido nas águas dos oceanos, combinando-se rapidamente com quase qualquer elemento, incluído o sódio com o qual forma cristais de sal, e com magnésio formando o cloreto de magnésio.

O dióxido de cloro é um composto químico que consiste de um íon de cloro associado a dois íons de oxigênio.

Os agentes oxidantes são compostos químicos que aceitam logo elétrons de “doadores de elétrons”. Adquirem os elétrons através de reações químicas. Isto é importante na relação com o dióxido de cloro porque todos os organismos patogênicos são doadores de elétrons.

O dióxido de cloro é extremamente volátil. Pode-se chamá-lo “de temperamento explosivo”, mas de uma forma benéfica. Essa volatilidade é o fator chave para a eficácia do dióxido de cloro como destruidor de seres patogênicos.

O composto é literalmente explosivo; tão explosivo que não é seguro transportá-lo em qualquer quantidade. Portanto, é prática comum produzir o dióxido de cloro no local onde será usado. O dióxido de cloro tem sido usado por exemplo, em sistemas de tratamento de águas, onde começa a substituir o cloro porque não cria subprodutos carcinogênicos. O dióxido de cloro foi aprovado pela Agencia de Proteção Ambiental dos E.U., ao remover com segurança organismos patogênicos e agentes contaminadores como o Antraz. Portanto sabemos que deve ser eficaz. Contudo, as concentrações usadas em tais aplicações podem variar de 500 a 6000 partes por milhão (ppm), as quais certamente seriam mortais se usadas nos indivíduos. Usando o protocolo do MMS você produzirá dióxido de cloro na faixa de 1 ppm.

Você usará a solução do MMS, a qual é segura para transportar, para preparar um purificador de elementos patogênicos, não agressivo à natureza.

O MMS é uma solução de 28% de clorito de sódio em água destilada. Você pode produzir dióxido de cloro, ao adicionar um ativador como o vinagre, suco de limão ou uma solução de 10% de ácido cítrico. Estes dois últimos ativadores são recomendados a uma pessoa que tenha a doença de Lyme.

As aplicações de dióxido de cloro variam de 1 gota a um máximo de 15, exceto em situações de risco de vida, onde a dose máxima pode ser duplicada. Uma aplicação de manutenção pode ser de 6 gotas, com 1/4 de colher de chá de ativador adicionado. Após juntar o ativador, a reação química que transforma o clorito de sódio em dióxido de cloro toma cerca de 3 minutos.

O ingrediente ativador do vinagre que torna possível a mudança, é o ácido acético. Também prepara o terreno para quando os íons de dióxido de cloro entrarem na corrente sanguínea. Este ácido fraco funciona como uma cápsula detonante ao baixar o PH do dióxido de cloro sem desativá-lo.

O PH natural do clorito de sódio é 13. Juntando vinagre, limão, ou acido cítrico, criam-se cerca de 3 mg de dióxido de cloro instável, ainda que inofensivo.

O Processo

Vamos falar um pouco mais sobre como e porquê o dióxido de cloro funciona para dar uma vida nova ao sistema imunológico.

A volatilidade é o que torna eficaz ao dióxido de cloro na presença de elementos patogênicos. Como mencionamos, o dióxido de cloro é um desinfetante seguro e eficiente usado em muitos sistemas de distribuição de água, em hospitais, e mesmo no combate ao bioterrorismo. É lógico que possa funcionar com a mesma eficácia na água do corpo humano. A extrema volatilidade do dióxido de cloro impede que os organismos patogênicos criem resistência. Principalmente quando colidem, estes deixam de existir. E ainda assim, as células saudáveis e as bactérias benéficas permanecem intocadas.

Os níveis normais de oxigênio no sangue não conseguem destruir todas as células patogênicas presentes nos quadros de doença, mas a aplicação de dióxido de cloro muda tudo.

“Alto! Entregue Seus Elétrons, Agora!”

Quando um íon de dióxido de cloro entra em contacto com um organismo patogênico, ele atrai imediatamente até cinco elétrons desse organismo, no que pode ser chamado de explosão microscópica… inofensiva para nós, mas terminal para a célula patogênica.

O elemento patogênico – um doador de elétrons – tornou-se inofensivo devido à entrega involuntária de seus elétrons para o dióxido de cloro – um receptor de elétrons – com a liberação de energia resultante. Oxidado pelo íon de cloro, o ex-elemento patogênico torna-se um sal inofensivo. Este processo beneficia um corpo que se tornou tóxico.

Onde quer que no organismo, os íons de dióxido de cloro transportados pelas células vermelhas do sangue, encontrem elementos patogênicos, estes entregam seus elétrons e deixam de existir. As células armadas com dióxido de cloro só “detonam” em contato com elementos patogênicos, que incluem as bactérias nocivas, os vírus, as toxinas, os metais pesados e os parasitas. Todos estes têm um padrão de PH fora dos limites normais de uma boa saúde. Eles também terão uma carga iônica positiva. As células contendo o dióxido de cloro, não oxidam as bactérias benéficas nem as células saudáveis, pois seus níveis de PH são 7 ou acima, e contêm uma carga iônica negativa.

Os íons de dióxido de cloro oxidarão – significando, vaporizarão – as células enfermas… algo que está ácido, com carga iônica positiva.

Se o dióxido de cloro não encontrar elementos patogênicos ou outros venenos, ele se transforma em sal de mesa ou em ácido hipocloroso que também é aceito pelo organismo.

Um Matador de Elementos Patogênicos

As pesquisas revelam que o dióxido de cloro é muito mais seguro que o cloro, por ser seletivo com os elementos patogênicos quando usado na água. Ainda mais, ele não forma compostos prejudiciais com outros elementos da água, como faz o cloro. Numerosos estudos científicos demonstraram que o cloro – pertencente à família dos elementos halogênios – cria pelo menos três compostos carcinogênicos quando entra no corpo, principalmente trialometanos (THMs). Não se tem encontrado a evidência de tais elementos prejudiciais sendo produzidos pelo dióxido de cloro.

Isto é porquê, em 1999, a Sociedade Americana de Químicos Analíticos, proclamou o dióxido de cloro como sendo o eliminador de elementos patogênicos mais poderoso, conhecido pelo homem. Foi até usado para limpeza após os ataques com antraz.

Uma Viagem na Alquimia Química

Uma vez introduzido na corrente sanguínea, o dióxido de cloro desenvolve uma receptividade energética de quatro elétrons quando se aproxima de alguma célula com nível de PH abaixo de 7. Isto significa que as células enfermas são vaporizadas (oxidadas) enquanto as células saudáveis permanecem não afetadas.

Eis aqui como acontece.

As células vermelhas do sangue que normalmente transportam o oxigênio através do corpo, não diferenciam entre oxigênio e dióxido de cloro. Portanto após a ingestão da solução do MMS/ dióxido de cloro, as células vermelhas levam os íons de dióxido de cloro que ficam depositados na parede estomacal onde normalmente se juntam os nutrientes de vários tipos antes de partirem para as diversas partes do corpo.

Então, quando as células vermelhas do sangue, armadas com dióxido de cloro, encontram parasitas, fungos, ou células enfermas cujo nível de PH é baixo e sua carga iônica é positiva, os “alienígenas” são destruídos junto com o íon de dióxido de cloro.Se tais encontros não se produzirem, o dióxido de cloro será levado até um ponto no organismo onde o oxigênio normalmente oxida as toxinas e outros agentes prejudiciais.

Se o dióxido de cloro não encontrar nada que o detone, ele se deteriorará, perdendo portanto, um elétron ou dois. Isto pode permitir que se combine com um substancia muito importante que o sistema imunológico usa para produzir ácido hipocloroso. Este composto mata elemento patogênicos, células mortais e até mesmo células cancerígenas. O ácido hipocloroso é tão importante que a redução de sua presença no organismo é classificada em termos médicos como deficiência de mieloperoxidase. Muitas pessoas são afetadas por esta doença. O sistema imunológico necessita de muito mais ácido hipocloroso quando a doença está presente. Fornecido pela solução do MMS, o dióxido de cloro gera-o em quantidade, assim como cloreto de magnésio, mas isso é uma outra parte de discussão sobre a saúde.

O ponto mais importante a saber, é que o dióxido de cloro tem 100 vezes mais energia do que normalmente o oxigênio, e ainda assim, sem prejudicar as células saudáveis.

A propósito, se você estiver totalmente saudável e não tiver nada em seu corpo com nível de acidez abaixo de 7, não haverá efeitos negativos ao usar o dióxido de cloro. Entretanto, seus níveis de ácido hipocloroso crescerão.

O MMS funciona melhor para destruir elementos patogênicos quando houver 2 ou 3 mg de dióxido de cloro livres na solução, no momento em que esta é ingerida.

Entretanto, o organismo é suprido com dióxido do cloro em forma de liberação lenta que dura cerca de 12 horas. Esteja ciente que antes de sentir-se melhor, é provável que se sinta mal.

Porquê Devo Sentir-me Doente?

A sensação de náusea que você poderá experimentar seria o resultado do dióxido de cloro encontrando, desalojando – daí a sensação de mal estar – e então destruindo os elementos patogênicos encontrados.

Geralmente ignoramos os elementos patogênicos que são introduzidos em nosso corpo, especialmente depois destes terem sido alojados nos tecidos de vários órgãos. Uma vez que eles se desenvolvem ao longo do tempo, geralmente afetam nossa saúde lentamente e cumulativamente.

No entanto, o dióxido de cloro retira-os de repente, o que pode resultar numa reação forte.. Contudo, isso passa em muito menos tempo do que levou a acumulação das toxinas e elementos patogênicos.

Quando o dióxido de cloro entra em ação, os elementos patogênicos desprovidos de elétrons deixam de existir.

Por exemplo, quase sempre nos sentimos mal nos casos de hepatite porque o fígado é levado a expulsar as toxinas armazenadas, que são então destruídas por um exército de glóbulos vermelhos contendo dióxido de cloro. É realmente incontestável. Mas não é algo tão agudo como uma hepatite.

Anos de “chupar” as amálgamas dentárias pode depositar “inocentemente” bastante mercúrio em nosso sistema para roubar nossa energia, simplicidade e apagar memórias preciosas. Desalojá-lo e vaporizá-lo causará desconforto por um período reduzido de tempo comparado com o que levou a acumulá-lo.

Se você se sentir doente ao tomar esta fórmula, saiba que sua saúde e vitalidade o esperam “do outro lado” da sensação de mal estar.

Se o dióxido de cloro não tiver “encontros imediatos” com elementos patogênicos, ele se deteriora em componentes que são totalmente inócuos. Nenhum resíduo tóxico permanece, como no caso de muitas fórmulas médicas. Os tratamentos médicos atualmente não lhe trazem uma forma de eliminar as toxinas quando estas não funcionam. Você é deixado num território estranho e num estado doentio, sem o caminho de volta para a saúde. Por outro lado, o dióxido de cloro da Natureza, dura o tempo suficiente para fazer seu efeito e então o que não fornecer íons necessários ao sistema imunológico se transforma em nada mais do que pequenas quantidades de sal e água.

O dióxido de cloro tem apenas poucos minutos para fazer sua função, deixando de existir sem deixar nada que se acumule ou prejudique.

O Procedimento

Portanto, o procedimento é simples. Tudo o que você necessita é de uma garrafa de MMS, dum copo seco e limpo, um conta-gotas e um ativador (vinagre, suco de limão ou ácido cítrico). O seguinte procedimento é retirado diretamente da página de Jim Humble:

http://www.miraclemineral.org

Qual é o Protocolo Normal do MMS?

Nota: Ao executar as instruções abaixo, tenha este parágrafo em mente. Ative sempre as gotas de MMS com um dos ácidos alimentares, sejam gotas de limão, de lima, ou gotas de solução de ácido cítrico (Para fazer a solução de ácido cítrico, adicione uma colher de sopa de ácido cítrico a dez colheres de sopa de água. Guarde em garrafa ou frasco com tampa). Use sempre 5 gotas de um destes ácidos alimentares para cada gota de MMS, misture num copo limpo e seco e espere pelo menos 3 minutos, então junte de 1/3 a 2/3 de copo de água ou suco de fruta e beba. (Você pode aumentar de 3 para 10 minutos e após adicionar a água ou suco e pode esperar até uma hora para beber.)

1-Todas as receitas para tomar o MMS nas Américas, começam com 1 ou 2 gotas. Nunca comece com mais de 1 ou 2 gotas. As pessoas que estão muito doentes ou sensíveis deveriam começar com ½ gota. Ative as gotas conforme explicado acima.

2- Se você não sentir náuseas na primeira dose, aumente uma gota na segunda dose. Se sentir náuseas, reduza a quantidade de MMS na próxima dose. Tome duas doses por dia, uma de manhã e outra à noite. Continue a aumentar uma gota a cada vez que tomar uma nova dose. Quando sentir náuseas, reduza uma gota na próxima dose, ou se for diarréia reduza 2 ou 3 gotas. Geralmente reduza uma ou duas vezes antes de voltar à quantidade que levou você a sentir as náuseas. Nota: Se tiver diarréia, ou mesmo vômitos, isso não é mau sinal. O corpo está simplesmente eliminando toxinas e purificando-se. Todos dizem sentir-se muito melhor depois que passa a diarréia. Você não precisa tomar nenhum remédio para a diarréia. Ela sumirá tão rapidamente como surgiu. Ela não durará. Não é uma verdadeira diarréia porque o corpo está apenas limpando-se e ela não é causada por vírus ou bactérias. Quando as toxinas tiverem saído, também a diarréia terá desaparecido.

3- Continue a seguir o procedimento acima no nº 2, até alcançar 15 gotas duas vezes por dia. Nesse ponto, aumente para 3 vezes ao dia. Fique com 3 vezes ao dia por pelo menos uma semana e depois reduza as gotas para 4 ou 6 gotas por dia para pessoas mais velhas, e 4 a 6 gotas duas vezes ao dia em pessoas mais jovens.

Nota: Uma vez que tenha completado a fase 3 acima, a maioria da carga de bactérias, vírus, mofo e fermentos, terá desaparecido de seu corpo. Seu corpo estará purificado. Você não terá mais que se preocupar com alimentar a carga de micro-organismos. Poderá basear sua dieta em nutrição em vez de evitar alimentar essa carga. A diabetes terá desaparecido, portanto não terá de se preocupar com o açúcar. Não terá de se preocupar com a reação do pâncreas, dando-lhe um choque de insulina. Ao invés, ele lhe dará apenas a insulina suficiente para baixar o nível de açúcar no sangue à posição adequada (você não mais se sentirá com sono após comer um doce). Seu corpo será capaz de absorver facilmente as vitaminas e minerais, assim como muitos outros nutrientes que lhe tenham faltado até o momento. Você deverá sentir-se melhor com o passar do tempo. Não deixe de tomar o MMS.

A Solução-saudável Não Será Televisada!

Comece modestamente com o mínimo de uma gota de MMS no primeiro dia, daí aumente o número a cada dia que se segue, até o máximo de 15. SÓ AS SITUAÇÕES DE SOBRECARGA TÓXICA AGUDA JUSTIFICARÃO ESTA QUANTIDADE. Seu corpo lhe dirá quando você atingir sua dosagem ótima.

A limpeza não será confortável, mas não precisa ser intolerável. Você pode se sentir como se estivesse numa batalha, e de certa forma, você esteve. É uma batalha pelo domínio de sua saúde, e portanto, de sua vida. Para que possa estar saudável outra vez, você precisa destruir as toxinas, os elementos patogênicos e os parasitas. Para tal, eles têm que ser desarraigados e desalojados de seus “abrigos” nos tecidos do organismo. Você sentirá os efeitos, mas será uma coisa boa. Você também sentirá saúde outra vez.

A sensação de mal estar será TEMPORÁRIA, um preço pequeno a pagar pela possibilidade de longo prazo de uma saúde restaurada, não importando a altura de vida que esteja vivenciando.

Quando a purificação tenha sido feita, você não necessita de tomar as doses máximas. Pode continuar com uma aplicação de manutenção de 6 gotas de MMS, para manter o seu interior livre de elementos patogênicos e o sistema imunológico forte. Algumas palavras mais sobre sucos de frutas. Eles podem substituir a água desde que sejam feitos na hora. Não use os de compra em supermercado, e NÃO use suco de laranja. O suco de laranja impede a produção do dióxido de cloro, assim como qualquer coisa que tenha vitamina C como conservante ou aditivo.

Espero que ache esta informação útil. O produto conhecido como MMS não é realmente dióxido de cloro, nem sequer um milagre. No entanto, é uma forma segura de obtê-lo, ao introduzir uma forma firme de fortalecer o sistema imunológico e de eliminar uma gama completa de elementos patogênicos, ao aplicar em seu corpo, o destruidor de patogênicos da Natureza, o dióxido de cloro.

Quando combinados com o poder destruidor do dióxido de cloro, os complementos minerais com cloreto de magnésio e iodo não tóxico para a tiróide, podem levar mesmo aqueles que estão em condições mais graves, na direção de uma saúde maravilhosa.

Os parasitas fazem-no engordar?

Muitos de nós batalhamos para manter nosso peso equilibrado. Recentemente, têm-se publicado muitos artigos revelando a relação entre parasitas e o aumento de peso. Uma vez que cerca de 80% dos norte-americanos pode estar afetado por parasitas, isto poderá explicar porquê muitos de nós estamos com problemas de controle de peso. Tentar perder peso que não cai, pode trazer resultados bastante frustrantes. Muitas vezes, gastamos centenas e milhares de dólares em afiliações em clubes, ‘personal-trainers’, regimes e pílulas dietéticas, com pouco ou nenhum resultado. Descobertas recentes sugerem que talvez não seja por culpa pessoal. Parasitas podem ser a causa do aumento de peso, assim como a razão pela qual temos problemas em reduzir o peso. Se você já tentou de tudo contra aqueles quilos teimosos, leia em seguida para saber como os parasitas podem alterar o seu corpo e quase o impossibilitam de perder peso.

Diminuição de absorção de nutrientes

Os parasitas podem fazer com que o revestimento dos intestinos se torne inflamado e iniba a absorção de nutrientes, vitaminas e minerais que ajudam a regular os níveis de hormônios, de açúcar no sangue, e o metabolismo. Os parasitas vivem dos alimentos que ingerimos e privam nossos corpos de alimentos que precisamos e nos deixam apenas calorias fúteis. Isto nos deixa mais ávidos por comida, e pode contribuir para o aumento de peso.

Aumento de acidez dos sistemas do organismo.

Os parasitas produzem toxinas e ácidos que podem romper os tecidos do organismo, prejudicar órgãos, e até reduzir as funções do sistema nervoso central. Como defesa natural, o corpo leva estes ácidos a depósitos de gordura para isolá-los do resto do corpo. O organismo também reduz o metabolismo por produzir mais isolamento ou gordura, tornando quase impossível perder peso.

Obstrução das funções dos órgãos

Os parasitas produzem toxinas e resíduos que circulam através de nossos corpos e fazem com que nossos rins e fígado funcionem mais. Sendo filtros orgânicos, o fígado ou os rins, têm que eliminar estas toxinas. Isto pode atrasar as funções de outros órgãos importantes, fazendo com que nos sintamos cansados e preguiçosos, e até mesmo reduzir o metabolismo, o que conduz ao aumento de peso.

A causa de excesso de fermentação

O nosso sistema digestivo tem uma boa flora intestinal formada por bactérias benignas que ajudam a combater os levedos. Os parasitas destroem estas bactérias boas e permitem o aumento destes fermentos. Quando os levedos fermentam, provocam gases e inchaços, e levam o sistema imunológico a iniciar reações alérgicas.

O MMS pode ajudar!

Segundo à risca o protocolo o MMS pode ajudar a restaurar o seu metabolismo, e tornar a perda de peso muito mais fácil. Os desejos por comida diminuem porque você obtém mais de cada porção. Os órgãos funcionam mais eficientemente e podem manter o equilíbrio dos hormônios, do açúcar no sangue e do metabolismo mais eficientemente. Você não se livrará apenas dos parasitas!