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Archive for the ‘Medicina’ Category

VACINA ANTIBRUCÉLICA x ANVISA

01 jan

Século Diário: – Quais são os resultados da vacina antibrucélica no tratamento da artrite reumatóide e outras doenças do aparelho locomotor?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Os resultados da vacina têm sido excelentes. Veja bem, o paciente procura um tratamento para o seu problema. O médico diz para ele, normalmente, que a doença não tem cura e é progressiva. Depois esse mesmo paciente me procura e eu resolvo o problema dele. Os médicos ficam possessos. Por causa dessa vacina que descobri, que contraria o interesse dos outros médicos, já fui processado uma série de vezes. Houve um caso que foi muito interessante. Eu havia curado uma paciente de Juiz de Fora (MG) que sofria de LER (Lesão por Esforço Repetitivo). E essa paciente era sempre atendida por uma médica da medicina do trabalho. Essa médica ficou sabendo que a paciente havia sido curada por mim. Ela então solicitou informações ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber qual era o tratamento que a paciente havia recebido. A médica informou ao Conselho que o tratamento, embora fosse eficiente, era tóxico. O CRM, por sua vez, não realizou nenhum tipo de investigação ou pesquisa sobre a vacina, sequer me questionou sobre o fato. Simplesmente me processou no Conselho de Ética. Na verdade, foi um processo arbitrário, uma vez que não houve denúncia e nem provas contra mim. Isso é para você ter uma idéia das manobras que eles fazem para impedir meu trabalho.

Século Diário:- Mas como foi que o senhor descobriu essa vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – No Fiocruz eu estava pesquisando a vacina para o tratamento da brucelose (enfermidade bacteriana generalizada de começo agudo ou insidioso, caracterizada por febre continua, intermitente ou irregular, de duração variável, debilidade, cefaléia, suor profuso, perda de peso e mal-estar generalizado. São freqüentes infecções subclínicas e não diagnosticadas. As complicações osteoarticulares são comuns). Eu observei que um médico francês havia acompanhado o caso de um paciente de artrite reumatóide e utilizou vários tipos de vacina. E a única vacina que prejudicou a imunidade do paciente foi justamente a de brucelose. Nas minhas pesquisas observei que os pacientes vacinados contra brucelose apresentavam também diminuição das dores articulares provocadas pela artrite reumatóide. Isso me deixou bastante intrigado. Então passei a investigar exaustivamente o fenômeno. Alterei o modo de administração da vacina e suas diluições. Fiz uma série de extrações de endotoxina da bactéria que provoca a brucelose bovina e após alguns longos anos de trabalho consegui chegar à formulação da vacina, que é capaz de cessar a dor porque elimina o processo evolutivo da doença. A vacina que desenvolvi tem sido muito eficiente. Já consegui tirar muita gente de cadeiras de rodas e de muletas, que eram pacientes considerados pelos médicos como irrecuperáveis. Agora essas pessoas estão aí, trabalhando, produzindo, se sentindo úteis novamente.

Século Diário:- Quais são os efeitos colaterais da vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – A vacina é 100% natural e praticamente não tem nenhum efeito colateral. No estudo desenvolvido com o dr. José de Felippe, dos 400 pacientes que receberam a vacina apenas 12% sentiram algum tipo de efeito colateral. Entretanto, com a diminuição da dosagem ou continuidade do tratamento esses pequenos efeitos colaterais desapareceram em 85% dos pacientes.

Século Diário:- Quais são as doenças que a vacina combate?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Todas do aparelho locomotor: artrite reumatóide, artrose, espondilite anquilosante, osteoartrite, gota, lesão por esforço repetitivo (LER), artrite psoriática, esclerodermia, esclerose sistêmica, dermatopolimiosite, polimiosite e lupus eritematoso sistêmico… enfim, todas as doenças que decorrem de quadros inflamatórios. Tratei muitos pacientes também que sofriam de alergia asmática. O aumento da imunidade propiciado pela vacina faz com que essas doenças regridam. Entretanto, apesar de estar comprovada a eficácia da vacina, eles continuam me perseguindo de todas as maneiras.

Século Diário:- Mas quem está perseguindo o senhor?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – A maioria dos reumatologistas, os grandes laboratórios, a Anvisa. Sabe por que? Por causa dos interesses econômicos que estão em jogo. Parte dos médicos reumatologistas criou um esquema de atendimento que na verdade não cura ninguém. Quando o paciente vai ao consultório de um desses médicos, a primeira coisa que eles fazem é receitar um medicamento para ser preparado por uma dessas farmácias de manipulação. Alguns médicos alertam o paciente que ele deve necessariamente mandar fazer o remédio numa farmácia específica, considerada de ‘confiança’. Na verdade, essa farmácia ou é do próprio médico ou ele tem algum esquema de participação, como por exemplo comissão sobre o medicamento comercializado. Normalmente, o medicamento receitado dura de um a dois meses no máximo. Resultado: terminada aquela remessa, o paciente tem de retornar ao médico, pagar uma nova consulta para receber outra receita – muitas vezes idêntica à anterior ou com pequenas modificações. Vamos supor que o médico tenha 50 pacientes, todos os meses ele terá 50 consultas e receberá certamente 50 comissões. Então, eles não têm nenhum interesse de mudar esse esquema. Esse tipo de médico não quer curar ninguém. Eu vou lhe contar uma história que ilustra bem essa situação. Havia uma moça em Juiz de Fora (MG) que fazia um tratamento com o cunhado, que é reumatologista. Ela ficou sabendo do meu tratamento e resolveu experimentar a vacina. Ficamos até amigos. Depois de perceber os resultados positivos da vacina, ela retornou a Juiz de Fora e sugeriu ao cunhado que passasse a utilizar a vacina em seus pacientes. O cunhado então respondeu a ela: ‘Tenho cerca de 70 pacientes. Se curá-los, como vou viver?’

Século Diário:- Por que então o senhor não regulariza a vacina para poder beneficiar um número maior de pessoas?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Porque eu não posso. Para regularizar a vacina preciso primeiro provar à Anvisa que essa vacina é eficiente; segundo, que ela é atóxica; terceiro, é preciso fazer um exame de imunidade. São essas três exigências que a Anvisa faz.

Século Diário:- E o senhor não faz isso porque o processo é muito demorado, burocrático?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Não é isso, não. Eu já fiz esse trabalho com o dr. José Felippe Júnior, que é médico geriatra e professor universitário. Sabendo dos resultados positivos da vacina, ele então me chamou para fazer o tratamento com seus pacientes em São Paulo. Durante o período de 1986 a 1989, 1,750 pacientes com vários tipos de doenças reumáticas foram submetidos à vacina antibrucélica. Destes, 400 pacientes preenchiam os critérios de diagnóstico clássico de artrite reumatóide, de acordo com a classificação da Associação Americana de Reumatismo (American Council of Rheumatology), isto é, todos os pacientes incluídos neste estudo apresentavam os critérios de doença ativa e eram soropositivos para artrite reumatóide. O resultado desse estudo foi surpreendente, obtivemos mais de 80% de cura. Nós apresentamos esse estudo no Congresso Brasileiro de Medicina, mas eles não aceitaram. Alegaram que o estudo não foi realizado em serviço de reumatologia. Para que a Anvisa aceite, eu preciso fazer o tratamento em um serviço de reumatologia. Entende? Mas os reumatologistas não permitem que eu faça o estudo.

Século Diário:- E não há um outro caminho para legalizar a vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Eu solicitei um orçamento para uma universidade de Juiz de Fora para saber quanto eles me cobrariam para fazer a pesquisa comparativa exigida pela Anvisa. A universidade me pediu R$ 1 milhão. Eu não tenho esse dinheiro. Somente as multinacionais têm condições de legalizar medicamentos na Anvisa. Elas pagam facilmente esse valor, vendem em quantidade e ganham muito dinheiro.

Século Diário:- Quer dizer então que para legalizar a vacina o senhor teria que se associar a um grande laboratório?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – É isso. Confidenciaram-me até que a Anvisa recebe comissões dos laboratórios para registrar medicamentos. Se isso é verdade, não sei. Mas, se for, quem manda na Anvisa então são os grandes laboratórios. No Brasil as coisas são difíceis…

Século Diário:- O senhor já foi processado alguma vez?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Sim. Meu consultório funciona no térreo de um prédio de três andares. No terceiro andar fica o laboratório Eles alegavam que eu não podia manter funcionando no mesmo prédio meu consultório e o laboratório. Disseram-me que consultório e laboratório deveriam estar em prédios distintos. Exigiram também que eu enviasse ao CRM uma ata com reunião da diretoria, nomes dos membros etc. Disseram que eu tinha que funcionar como empresa. Aplicaram uma multa e disseram que diante de uma reincidência eles arbitrariam um novo valor…

Século Diário:- O CRM do Espírito Santo?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Não, pelo contrário. Este ano o CRM-ES me prestou uma homenagem de Honra ao Mérito pelos serviços prestados à medicina aqui no Estado. Mas em um dos processos eu mesmo organizei minha defesa a partir de notícias publicadas no próprio jornal do CRM. Uma das notícias dizia que um médico havia sido flagrado dentro de uma ambulância fumando maconha; um outro médico anestesiou uma paciente e a deflorou. Ambos foram condenados a um mês de suspensão de suas funções. Veja bem, apenas um mês. Então eu disse ao Conselho: se vocês me condenarem também à pena de um mês de afastamento eu aproveito para tirar umas férias e vou a Cancun com minha esposa.

Século Diário:- O senhor tem idéia de quantas pessoas foram curadas com a vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Não dá para saber. É muita gente. Mas há alguns casos que eu tenho um carinho especial. Havia uma menina que aos dois anos de idade apresentou artrite reumatóide. Ela não andava devido a fortes dores no joelho e nos pés. Os médicos já haviam alertado a seus pais que ela não teria chances de andar pelo fato de a doença ser progressiva e incurável. Aos nove anos de idade a mãe da menina tomou conhecimento do meu tratamento. A partir de então, ela começou a receber a vacina e aos poucos foi reaprendendo a andar. Na juventude jogou voleibol. Recentemente se formou na faculdade e agora se casou. Numa carta ela escreveu o seguinte: ‘Meus pais me geraram, e o senhor me deu a vida’. Isso é muito gratificante para mim.

Século Diário:- O senhor também toma a vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Mas é claro. Eu e a minha esposa (Norma, 82 anos) tomamos a vacina há mais de 16 anos. É por isso que nós não pegamos nem gripe. Tanto eu quanto a minha senhora temos uma disposição enorme. Até outro dia trabalhava até às 11 horas da noite.

Século Diário:- O tratamento com a vacina é muito caro?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Não, pelo contrário. É extremamente barato em relação aos tratamentos convencionais. Um paciente que usa medicamentos ‘clássicos’, como antiinflamatórios não hormonais, corticosteróides e drogas de ação lenta, pode chegar a gastar em média até R$ 300 por mês. E os efeitos colaterais são terríveis. A vacina custa R$ 240 por ano. O tratamento com a vacina dura normalmente dois anos. Existe uma estimativa que diz que há 14 milhões de pessoas com doenças relacionadas ao aparelho locomotor no Brasil. Agora imagine a quantidade de pacientes que poderiam ser curados com a vacina. Isso só não é possível porque eles me perseguem e preferem insistir em tratamentos equivocados. Você lembra quando apareceu o Viox como sendo uma droga avançada e eficiente no tratamento de inflamações?

Século Diário:- Lembro inclusive de uma edição da revista “Veja” que fez uma reportagem de capa sobre os benefícios do Viox, que era considerada a droga do momento.

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Pois bem, o próprio laboratório foi obrigado a retirar o medicamento do mercado porque, ao invés de curar, ele estava matando as pessoas. E a Anvisa, à época, validou o remédio. Agora, a vacina que comprovadamente não oferece nenhum risco ela não libera.

Século Diário:- O que o senhor pretende fazer agora para legalizar a vacina?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Há uma empresa de São Paulo que está querendo legalizar a vacina. Disseram-me para eu entregar logo para eles, assim eu fico livre da Anvisa.

Século Diário:- E o senhor vai entregar?

Dr. Genésio Pacheco da Veiga: – Às vezes eu penso em fazer isso para me livrar deste problema com a Anvisa, ou talvez entregue a vacina a Cuba. Tenho certeza de que lá eles vão saber o que fazer com ela. Porque em Cuba a medicina é social. Não são as grandes empresas que estão no comando.

 

Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

18 dez
Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

Eletrificador de sangue do Dr. Robert C.Beck

Em 1990 o Dr. Robert C. Beck, físico de investigação, conselheiro da Sandia Corp. e do Pessoal Científico de Alta Categoría no Instituto de Investigação Eyring, e conselheiro para a Marinha dos Estados Unidos propôs que ao expor micróbios do sangue a mais de 50 microamperes de corrente elétrica sem precisar extrai-la, tratá-la e reinjectá-la (algo evidentemente caro) os vírus e outros micróbios poderiam ser completamente eliminados pelo próprio corpo. Até aqui a explicação sem data científica, mas o detalhe do projeto pode ser encontrado no site do próprio Dr. Robert C. Beck (http://www.bobbeck.com/), uma forma alternativa como a ciência tradicional costuma nomear para buscar a cura. Recentemente nos Estados Unidos tivemos a oportunidade de ter acesso ao aparelho engenhosamente desenvolvido pelo Dr. Beck conhecido como Eletrificador de Sangue, um aparelho que NÃO está à venta dentro dos Estados Unidos já que o FDA jamais o permitiria, mesmo assim devido a política de enfoque e tratamento do Dr. Beck esta curiosa máquina não é comercializada, mas o projeto e os custos aproximados se encontram On Line para que todas as pessoas possam acessar a este Eletrificador de Sangue com um encargo simples a um técnico eletrônico médio que possa interpretar o simples diagrama. Sobre o Eletrificador de Sangue se diz muitas coisas, que podería curar a AIDS, o Câncer e muitos outros vírus ou micróbios e como era de se esperar, a crítica é muito forte, principalmente pela comunidade médica-científica tradicional, caso isto seja verdade. Compreende você porque esta máquina desenvolvida em 1990 Não foi divulgada?. Quem se beneficia com esta tecnología? Quem seria prejudicado? agora….nós buscamos enfocar este tema sobre algo muito específico: Supressão da Informação, quantas coisas que poderíam nos facilitar, aliviar ou simplificar a vida e o equilibrio com nosso planeta. Nota-se claramente o porquê não se compartilha este tipo de informação, para não afetar certos interesses, como este exemplo do Eletrificador de Sangue do Dr. Beck.

fonte: http://nostromo-a-tierra.blogspot.com/2010/12/electrificador-de-sangre-del-doctor.html

Eletromedicina – Uma Nova Esperança

DESCOBRIU-SE QUE QUANTIDADES MUITO PEQUENAS DE ELETRICIDADE (APENAS CEM MICRO-AMPÈRES) ESTÃO ALÉM DO NÍVEL DE TOLERÂNCIA DE FORMAS DE VIDAS PATOGÊNICAS. E PROVARAM PODER MATAR OU DESVITALIZAR HIV, HERPES E CAUSADORES DE TUBERCULOSE, HEPATITE, GRIPES, RESFRIADOS, BEM COMO OUTROS VÍRUS, FUNGOS, PARASITAS E BACTÉRIAS DO SANGUE E OUTROS FLUIDOS DO CORPO HUMANO.

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MÉDICOS DO ALBERT EINSTEIN COLLEGE OF MEDICINE DE NOVA IORQUE PROVARAM QUE DIMINUTAS CORRENTES ELÉTRICAS TORNAM SEM EFICÁCIA QUALQUER BACTÉRIA, FUNGO, VÍRUS OU PARASITA, SEM CAUSAR DANOS AO SANGUE OU FLUIDOS DO CORPO. ESSES MÉDICOS INFORMAM QUE A QUANTIDADE DE ELETRICIDADE USADA NÃO PASSA DE DOIS MILÉSIMOS DE UM AMPÈRE (QUE SE REDUZEM A UNS CEM MICROAMPÈRES ATÉ ATINGIR A CORRENTE SNGÜÍNEA).

NO ENTANTO, PESQUISADORES E CIENTISTAS INDEPENDENTES JÁ CONSEGUIRAM PROVAR QUE TÉCNICAS ELETROMÉDICAS “IN VIVO” NÃO SÃO APENAS SEGURAS PARA SERES HUMANOS, COMO TAMBÉM FUNCIONAM BASTANTE BEM EM INFECÇÕES SISTÊMICAS, SEM IMPLANTES CIRÚRGICOS INVASIVOS OU ELEVADOS CUSTOS HOSPITALARES.

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Recentemente, diversos documentos de patentes norte-americanas e internacionais têm relatado que quantidades muito pequenas de eletricidade são intoleráveis para a vida microbiana. Essas forças elétricas comprovaram poder matar ou desvitalizar bactérias, vírus, fungos e parasitas no sangue e em fluidos do corpo, sem efeitos adversos a células saudáveis normais e/ou à função biológica do sangue ou dos líquidos do corpo humano.

A patente norte-americana nº 05188738, concedida em 1993 e pertencente aos médicos do Albert Einstein Medical Center anteriormente mencionados, descreve um aparelho de uso “in vitro” (fora do corpo) para remover sangue de um braço, eletrificá-lo e retorná-lo em estado não patogênico ao outro braço, num processo semelhante à hemodiálise. Essa patente também descreve a proposta de uma técnica “in vivo” (no corpo), pela qual um dispositivo funcionando à pilha e similar a um marcapasso cardíaco é implantado cirurgicamente.

O Dr. Steven Kaali, um dos detentores da patente adianta que o seu aparelho passará ainda muitos anos em teste até que possa ser utilizado “in vivo”, embora nenhum efeito colateral prejudicial ou mutações patogênicas tenham sido constatadas. Enquanto isso, portadores de doenças graves e que já esgotaram os recursos de terapias farmacêuticas, lutam por suas vidas, sem saber da existência de terapias eletromédicas que poderiam muito bem ajudá-los. (inserção minha:Muitas vezes, leva anos para se obter uma patente, mas esa foi concedida em apenas nove meses. Em 1999, uma mulher com Aids, contatou o Dr. William Lyman pelo telefone e perguntou-lhe sobre suas experiências com Kaali sobre a electrificação de sangue e se ela poderia obter o tratamento através deles. Lyman negou qualquer conhecimento de qualquer tratamento da AIDS ou a cura. Ele disse que nunca ouviu falar de Dr. Kaali e ele não tinha idéia do que ela estava falando sobre a electrificação de sangue e, em seguida desligou o telefone. O que dizer sobre o poder das pessoas por trás da supressão dessa descoberta?)

Cientistas, médicos e pesquisadores individuais, trabalhando de forma independente, relatam que suas técnicas “in vivo” são absolutamente seguras e altamente eficazes. No entanto, a agência Food and Drug Administration (FDA) dos EUA vem emitindo advertências a esses pesquisadores de que eles podem ser processados judicialmente por apregoarem benefícios decorrentes dessa tecnologia.

A FDA e a Associação Médica Americana (AMA) têm abafado e reprimido a divulgação das informações coletadas durante os últimos anos por um grande número de cientistas, pesquisadores e clínicos sobre a eficácia e a segurança das técnicas “in vivo”, apesar dos surpreendentes resultados alcançados em seres humanos. Enquanto os testes das técnicas “in vivo” nunca foram aprovados, as ameaças de prisão e de suspensão da habilitação pairam constantemente sobre esses profissionais.

Segundo o cientista Bob Beck, doutorado em ciências e responsável pelo projeto de duas técnicas simples de eletrificação “in vivo” do sangue, muitos pacientes portadores de HIV/Aids que utilizaram seus métodos alcançaram contagem viral não detectável (comprovado pelo teste PCR), com uma terapia de duas horas por dia e duração de 4 a 8 semanas. Apesar disso, ele se diz constantemente ameaçado pelas autoridades..

O Dr. Beck é talvez o maior crítico de uma suposta conspiração farmacêutica para desacreditar e abafar o movimento eletromédico. Registros indicam que, em 1930, o Relatório Flexnor classificou como charlatanismo o uso de eletricidade na medicina, enquanto convenientemente introduzia a nova era do antibiótico, a “droga maravilhosa”. Naquela ocasião, somente nos Estados Unidos cerca de 10.000 profissionais da área médica já acreditavam na eletromedicina e a praticavam. Eles foram forçados a suspender essas atividades, sob pena de perderem a habilitação profissional.

No artigo “Um Remédio Chocante”, publicado em 1993 no jornal Post-Intelligencer (Seattle, EUA) a Dra. Leanna Standish, atualmente a mais importante pesquisadora nessa área, declarou “Vivemos um momento muito empolgante na história da medicina – estamos começando a perceber o organismo humano como um sistema biolétrico, e não apenas como uma estrutura anatômica. Acho que muitos anos ainda passarão até que possamos entender completamente as suas ramificações.” Standish é doutora em neurociências.

Desde 1993 os modernos profissionais estão convencidos de que a eletricidade pode representar uma força vital na cura de doenças. Eles se deram conta de que aplicações tidas como muito futuristas, como a reversão de danos causados à medula, bem como a cura do câncer e da Aids, poderiam ser alcançadas através de uma nova compreensão do conjunto de circuitos elétricos do corpo humano. Não estamos falando de aplicações “atualizadas” de registros do século I antes de Cristo, onde se descrevem técnicas utilizando enguias-elétricas para aliviar a dor e curar doenças…

Em 1997, a Conferência da Sociedade Austríaca de Oncologia sobre “Física Quântica na Medicina – O Paradigma do Próximo Milênio”, da qual participaram oncologistas alemães e austríacos, concentrou-se na integração entre descobertas biolétricas e terapias convencionais no tratamento do câncer. A conferência teve início com uma ampla introdução à física da eletromedicina e seus benefícios. O encontro representou um gigantesco passo em direção à integração entre a eletromedicina e a medicina convencional.

Aquilo que apenas se avizinhava por ocasião da publicação do artigo no Post-Intelligencer de Seattle (1993), pode já ter chegado e estar aqui, agora. Na Internet, um site biolétrico diz “Somente o tempo dirá se uma terapia eletromédica combinada diária e de longo prazo (90 a 120 dias) poderá eliminar completamente infecções por HIV (na verdade curando totalmente os pacientes), ou se tratamentos intermitentes serão necessários para manter as infecções em níveis não detectáveis no cérebro, no sangue, nos fluidos do corpo, nas medulas dos ossos e nos tecidos.” A atitude entre todos os pesquisadores da eletromedicina é absolutamente positiva – eles sustentam que, autorizadas ou não, essas técnicas têm apresentado um índice notavelmente baixo de insucessos .

Afirmam os praticantes da eletroterapia que, mesmo nas piores situações de HIV – com contagem viral superior a 1 milhão por mililitro e a presença de severa deterioração física – essas terapias sinérgicas produzem uma abrupta e quase imediata queda na carga viral, com uma correspondente repercussão na função do sistema imunológico.

Outro proponente apresentou a hipótese de que, caso o HIV permaneça escondido em áreas não alcançadas pelo eletromagnetismo (neste caso pulsações eletromagnéticas de alta potência), sendo HIV ou hepatite positivo, a longo prazo o problema pode transformar-se mais num incômodo do que uma doença com risco de vida. Afirma-se ainda que com autotratamentos periódicos os vírus deverão permanecer não detectáveis. Teoricamente, dizem, os níveis virais ficam tão baixos com as eletroterapias combinadas que os pacientes podem muito bem serem declarados não contagiantes, embora ainda tecnicamente sejam HIV ou hepatite positivos.

Tem sido amplamente divulgado pelos profissionais que certas terapias eletromédicas reduzem rápida e grandemente a severidade e a freqüência dos surtos de herpes, com alguns pacientes crônicos atingindo remissão total.

Um entendimento comum a todos os praticantes de eletromedicina é de que os tratamentos são totalmente seguros e parecem estimular o sistema imunológico, intensificando assim a imunorresposta a todos os invasores. Então os tratamentos elétricos eliminam as doenças diretamente, revivendo o sistema imunológico, ou é a resposta ao estímulo do sistema imunológico que elimina os invasores? Eles dizem que parece tratar-se de uma combinação das duas coisas, embora aparentemente ninguém saiba realmente com certeza, até agora.

Se ficar mesmo comprovado que as terapias eletromédicas são superiores às terapias farmacêuticas convencionais nas infecções microbianas, estaremos certamente nos dirigindo ao que se poderia chamar de uma “revolução médica”, algo que, compreensivelmente, não seria bem recebido pela indústria farmacêutica.

Há dois livros sobre o assunto – “The Cancer Cure That Worked: Fifty Years of Supression” (A Cura do Câncer Que Funcionou: Cinqüenta Anos de Repressão), por Barry Lynes, e “The Body Electric” (O Corpo Elétrico), do Dr. Robert Becker, ambos bem escritos e bem pesquisados. O livro de Lynes concentra-se na vida de Raymond Rife e sua “cura” do câncer via freqüência elétrica. A terapia foi testada exaustivamente e com sucesso pela University of Southern California, na década de 1930. O segundo livro, escrito pelo Dr. Becker (um médico norte-americano), trata das últimas descobertas e do uso da eletricidade na medicina. Algumas das aplicações (como regeneração de nervos, ossos e membros), embora pareçam meio futuristas, têm sido realmente efetuadas.

A documentação sobre as patentes e livros aqui mencionados, bem como outras descobertas médicas que se dizem essenciais para melhorar a saúde (algumas delas substanciadas pela Smithsonian Institution, University of Southern California, University of California, Los Angeles Medical Center) podem ser encontradas na Internet.

 

Cura para gripe prata coloidal novamente

01 dez

venho através deste post para alerta-los e também dar testemunho sobre a prata coloidal.

Primeiramente gostariam que assistissem o vídeo do Dr. Robert Beck que em 96 falava sobre ela:

E depois disso vejam a entrevista com Jane que fala passo-a-passo todos os movimentos da gripe suína que os governos farão e sobre a lei da OMS(Organização Mundial de Saúde) que diz que em caso de pandemia nivel 6 a OMS tem direito total e irrestrito sobre todas as forças militares do país. Simples assim. Lembrem-se que a ultima chegou no nível 5 fácil-fácil.

Neste vídeo ela fala sobre a PRATA COLOIDAL de forma simples e habitual como se todos conhecessem. Onde lhe perguntam como se proteger da gripe h1n1 ela responde: “Utilizando prata coloidal”.

Desde então eu comecei a pesquisar sobre a mesma, e não achava nenhum endosso médico Brasileiro sobre isso. Até que achei o site da ABMC – Associação Brasileira de Medicina Complementar que tem um artigo sobre a mesma.

Então como não tinha dinheiro pra comprar uma maquina de fazer prata coloidal que é vendida por aproximadamente R$ 300,00 comprei apenas os diodos R$ 84,00 e estou fazendo conforme o video mostra, com uma bateria de 9v(Uso moderado, pois a verdadeira prata coloidal deve ser feita com água destilada) e desde então deixei de gastar R$ 100,00 mensais com minha família com remédios!

Vejam como existe um cartel da indústria farmacêutica:
Voce pega gripe
Compra remédios para tirar os sintomas(corisa, dores etc)
depois vem o catarro, remédio pro catarro…
ai vem a tosse, por causa do remédio pra catarro… remédio pra tosse
Enfim você esta curado, com o sistema totalmente fraco(Pronto para novas doenças)

Viram como é simples se livrar de uma gripe ? imaginem a gripe suína que foi FEITA em laboratório adivinhem aonde ? ESTADOS UNIDOS… e onde é o QUINTAL deles ?? MÉXICO. Não é preciso ser especialista para ver que o vírus foi testado nos coitados e depois em algumas partes do mundo.

Continuando:

A prata coloidal é um remédio para mais de 350 tipos de doenças que não deixa bactérias, nem vírus etc, resistentes, ela ELIMINA todos. Ai que esta o problema… Acompanhem o meu raciocínio:

Você é farmacêutico e vivo no capitalismo.
No capitalismo você tem que produzir e vender. Depois vender cada vez mais.
Você “gostaria” que aparecesse um remédio para mais de 350 doenças ?
Obviamente não, pois ia reduzir suas prateleiras consideravelmente, e o pior não iam sobrar bactérias, virús resistentes…
Adeus aumento de vendas.
O que você faria ?

A resposta fica pessoal.. mas creio que é muito óbvia.

Continuando novamente:

Tenho um filho de 2 anos, esposa, familiares e amigos, TODOS, eu disse TODOS já tomaram desde uma criança até idosos de 75 anos, e adivinhem ?? todos pensam que é um milagre. Você esta gripado de manhã e a tarde não tem mais nada.

Recomendo a todos, em 5 minutos você produz a mesma. Não possui efeitos colaterais. Uso já a mais de um ano. E junto de meu testemunho existem centenas na internet, maioria em inglês.

Então pessoal ACORDEM: Libertem-se; Desliguem a televisão.